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sábado, 11 de setembro de 2010

15 Anos.

Postado por Islla Lopes às 21:18 3 comentários

Faz 14 anos que eu espero por esta data, nada do que eu imaginei aconteceu, pois bem, fora os meus 15 aninhos de vida, completaram.

Não teve aquela festa que eu sonhei dês de muito pequena, com as minhas 15 madrinhas e padrinhos. Com o meu bolo de andares lindo. Com toda a minha família e amigos de bebês reunidos. Com todo aquele glamour, aquela emoção de: a noite é só minha. Mas mesmo assim, eu fiz 15 anos e cheguei aqui, com sob tudo, muita saúde, amor de todos os meus amigos e familiares. Eu completei meus 15 anos ao lado das minhas amigas de infância, que fizeram desses últimos anos os melhores possíveis. Eu fiquei longe de uma pessoa que mudou minha vida em três anos, mas isso não importa. Eu deixei de sonhar com algum príncipe encantado, com algum maldito cavalo branco, eu cresci. Me tornei mulher, menos para o meu pai, né. Eu mudei meus objetivos, alguns sonhos, os mesmos sentimentos, bem vindo, meus quinze anos!

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Tudo (quase) novo.

Postado por Islla Lopes às 18:57 1 comentários

Mudar de cidade e começar do (praticamento) zero para mim não é novidade. Sabemos que é a mesma cidade de três anos atrás e que não tem muita coisa nova, permanecem aqui os mesmos estabelecimentos, amizades, casas e colégios. Mas algo novo aconteceu, quatro meninas apareceram e estão me fazendo tão bem. Mas algo ainda aqui é diferente, não sei se esse seria meu interior que está acostumado a vir e voltar tão rápido ou se realmente eu ainda não sei como será morar a muitos quilômetros de distância de algumas pessoas e do barulho do mar.
Faz uma semana que estou de volta, a rotina mudou um pouco, alguns costumes, hábitos, mas isso será relevante. Mas algo que está a me machucar profundamente é a parte II do pior sentimento do mundo: A perda! Sentimentozinho vagabundo que insiste em me fazer derramar lágrimas quentes que queimam o coração. Amigos, escola, (parte) família, lugares e o mar! A saudade é um bichinho que rói e dói – como diz a música que traduz toda essa dor horrível de querer acordar em outro lugar e poder abraçar quem se ama.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Nada de conto de fadas

Postado por Islla Lopes às 18:23 3 comentários

Você não tem todos os atributos de um príncipe, aliás, você não tem nenhum atributo para um verdadeiro príncipe.
Mas não se preocupe, eu também não sou nenhuma princesa e estou muito longe de me tornar uma.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Os daqui, os de lá...

Postado por Islla Lopes às 13:11 5 comentários
Mudar de cidade tem como sinônima vida nova. A partir dos amigos, o bairro, colégio e até você se adaptar demora e muito (no meu caso, claro). Morei 12 anos lá naquela cidadezinha do interior do Paraná e por incrível que pareça fui feliz, bem feliz. Após alguns acertos loucos entre família me mudei. Estadia em Itapema – Santa Cataria. Até então tudo foi tão simples e divertido, oras, eu iria morar na praia, que vida, deliciosa, não?
Não. Durante um ano todo eu ficava >>trancada<< dentro de casa, sem nenhuma companhia e demorou um bocado para fazer amizades confiáveis. Mudei de casa quatro vezes tirando as vezes que mudei de apartamento. Estudei no principio em um colégio nada agradável e não digo isso pelo fato de ser publico e sim pelas pessoas que lá estudavam. Umas meninas com roupas curtas, abusadas e muito encrenqueiras. Mas tudo bem, eu havia de me mudar de lá. Estudei dois anos naquelas >>merda<< 7º e 8º série do fundamental. Apesar de ter feito boas amizades, tenho péssimas recordações daquele lugar. Fiz primeira comunhão e estou quase me crismando. Foi em setembro pra depois até os dias de hoje que fiz amizades maravilhosas e que pretendo levar para toda a vida. Confesso que hoje em dia iria me doer profundamente mudar de cidade de novo. E é isso que vai acontecer depois do verão. Mudarei novamente para a antiga cidade (aquela do Paraná) e embora fique feliz em partes, vou rever minhas amigas, aquelas que não deixaram que a distância afetasse a nossa amizade.
Prezo muito para que aconteça o mesmo com as pessoas magníficas que conheci aqui, que preservemos essa amizade durante um bom tempo e que distância nenhuma atrapalhe.
É tão difícil assim largar os daqui e voltar a viver com os de lá?
 

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