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quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Os daqui, os de lá...

Postado por Islla Lopes às 13:11 5 comentários
Mudar de cidade tem como sinônima vida nova. A partir dos amigos, o bairro, colégio e até você se adaptar demora e muito (no meu caso, claro). Morei 12 anos lá naquela cidadezinha do interior do Paraná e por incrível que pareça fui feliz, bem feliz. Após alguns acertos loucos entre família me mudei. Estadia em Itapema – Santa Cataria. Até então tudo foi tão simples e divertido, oras, eu iria morar na praia, que vida, deliciosa, não?
Não. Durante um ano todo eu ficava >>trancada<< dentro de casa, sem nenhuma companhia e demorou um bocado para fazer amizades confiáveis. Mudei de casa quatro vezes tirando as vezes que mudei de apartamento. Estudei no principio em um colégio nada agradável e não digo isso pelo fato de ser publico e sim pelas pessoas que lá estudavam. Umas meninas com roupas curtas, abusadas e muito encrenqueiras. Mas tudo bem, eu havia de me mudar de lá. Estudei dois anos naquelas >>merda<< 7º e 8º série do fundamental. Apesar de ter feito boas amizades, tenho péssimas recordações daquele lugar. Fiz primeira comunhão e estou quase me crismando. Foi em setembro pra depois até os dias de hoje que fiz amizades maravilhosas e que pretendo levar para toda a vida. Confesso que hoje em dia iria me doer profundamente mudar de cidade de novo. E é isso que vai acontecer depois do verão. Mudarei novamente para a antiga cidade (aquela do Paraná) e embora fique feliz em partes, vou rever minhas amigas, aquelas que não deixaram que a distância afetasse a nossa amizade.
Prezo muito para que aconteça o mesmo com as pessoas magníficas que conheci aqui, que preservemos essa amizade durante um bom tempo e que distância nenhuma atrapalhe.
É tão difícil assim largar os daqui e voltar a viver com os de lá?

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Ele é apenas um garoto

Postado por Islla Lopes às 20:03 0 comentários
como qualquer outro que você já conheceu, um garoto talvez um pouco mais bonito que os demais garotos, um garoto talvez um pouco imaturo, um garoto talvez um pouco infantil, um garoto talvez mais importante que os demais garotos, mas você pode esquecer esse garoto, afinal, você já esqueceu tantos outros garotos, garotos comuns, como esse garoto, aliás, como qualquer outro garoto. um garoto que amanhã talvez não signifique mais nada na sua vida, mas que hoje e a razão do seu viver. um garoto que age exatamente da mesma maneira que todos os outros garotos. um garoto que você pensou que fosse diferente, que não fosse como os outros, mas que você descobriu que é igual a todos os outros garotos, afinal, ele é apenas um garoto.

P.s.: Li em uma comunidade há um tempo atrás e agora, achei a hora exata de postar.

terça-feira, 29 de junho de 2010

Hope, a última a morrer.

Postado por Islla Lopes às 17:59 2 comentários
Post que finalmente saiu! Minha parceria com o Alan Medeiros do blog: Come With Me
Parceiria que vai dar muito certo, eu acredito!


Andamos reclamando de tantas coisas, chega a um ponto em que pouca coisa nos agrada, e não podemos atribuir isso ao fato de sermos positivamente ambiciosos, devemos atribuir as nossas cobranças exageradas. Você reclama por acordar cedo, por não conseguir cumprir prazos, por ter pouco dinheiro, por não poder sair, por não estar com as pessoas que você gosta mais tempo. HEY vamos começar a agradecer mais, agradeça por acordar, agradeça por viver, agradeça por ter esperanças...

.. É o que há.




Esperança que todos dizem sempre a última a morrer! Então não desacredite, nem tudo está perdido, para TUDO no mundo tem solução.
A única coisa que mata um ser profundamente é a falta de esperança. Que isso, acordem. Cada um poderá fazer sua parte. E então, cadê os olhares verdadeiros? Amizades sinceras? A mim e a muitos ainda é cabível a esperança profunda, creio em alguém superior a todos os seres humanos, e esse alguém, aquele que nunca falha, não mata minhas esperanças de algo melhor para o mundo. Já diria alguém com sabia esperança: “eu sei que o amor não é pra sempre, mas você tem que entender que amar, é ter esperanças.”.
E o amor que nos contagia, alimenta a nossa esperança e mesmo com o abismo perto, acredite, ainda haverá solução.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Me fazer desistir?

Postado por Islla Lopes às 16:57 4 comentários
Embora seja muito difícil lutar sozinha, creio que sozinha não estou. Eu cheguei até aqui, mudei hábitos e alguns comportamentos, desistir agora? Não! Embora seja complicado demais ir contra sua família e por mais que “eles queiram o teu bem” o meu bem é ao teu lado, meu bem. Eu nunca entendi muito bem o porquê dos pais nunca aceitarem o namoro na adolescência. Assunto tão polemico em algumas família, em rodas de amigos. Que gera aquela dúvida: minha família não seria tão liberal assim? Pois bem, às vezes procuro algumas respostas e entendo o lado dos pais “corujas”. Olhem em volta, você mesmo, que bate de frente e mesmo levando tapas e tapas na cara, ainda sim, não desiste. Olhe em volta, quantas meninas hoje em dia com 13, 14 anos (algumas mais novas) aparecem em casa, grávidas, e nem se quer sabem o nome do companheiro que lhe ajudou no ato.
Eu, já disse a minha mãe que ela pode ficar bem tranqüila em relação a isso, eu não quero e nem pretendo abandonar a minha adolescência para criar uma criança. Mas o medo dos pais ainda vai mais adiante, pelo menos na minha casa é assim. “eu não te quero na boca do povo, o que vão falar de você”
O que falaram de vocês? Vocês nunca tiveram a minha idade, nunca quiseram namorar com a minha idade?
Engraçado que muitos querem namorar e não sair beijando 30 em uma noite e em alguma hipótese, sair por aí, na boca do povo. Eu sempre tive a consciência do que estava fazendo e nunca escolhi qualquer um para assumir o papel de boyfriend. A questão proposta, é que, minha mãe não aceita de jeito nenhum, eu não sei sabe... Quem sabe ela tenha alguns problemas pessoais a fundo e mais um “problema” não seria nada agradável.
Entrando em campo também a questão: estudos! Ela acha que eu vou ficar o dia todo, 25h por dia, pensando no indivíduo e não irei estudar. Mamãe, minha notas em matérias exatas estão ruins dês de que eu me entendo por gente. Agora coloque isso na cabeçinha dela. É impossível, juro, não sei o que fazer.
Eu já provei ser responsável o suficiente em questão de namoro e NESSE assunto ela não deveria se preocupar (penso eu, já ela...)
Bater de frente, vale à pena? De novo? Eu não sei, eu vou tentar e pretendo não fraquejar.
 

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